Eduardo Girão diz em postagem que você ler abaixo que tanto o ministro quanto o presidente já sabiam dos atos terroristas nos prédios dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro, em Brasília. O senador reafirma que seria caso de prevaricação por parte do comunista Flávio Dino e de Lula.
Confira:
“Tenho conversado com o Senador Marcos do Val quase que diariamente desde o triste e reprovável tragédia do dia 01/08. O senador capixaba tem prestado um grande serviço a Nação pela sua coragem e ousadia buscando toda a Verdade sobre o emblemático episódio. Praticamente não nós desligamos nesse recesso. Diante das revelações acerca da confirmação de que o governo Lula sabia dois dias antes da gravidade dos atos violentos do dia 08/01 ,em Brasília , protocolei desde a semana passada na PGR- Procuradoria Geral da República, uma Representação criminal contra os Ministros do governo Lula e Flávio Dino (Justiça e Segurança pública) e o Gal. Marco Edson Gonçalves Dias (GSI) com forte argumentação baseada em fatos, fontes, dados e legislação contundentes que, ao nosso entendimento, demonstram que cometeram o crime da prevaricação, por omissão e inação, em suas competências legais. Eles tinham o dever de enfrentar, conjuntamente com o governo do DF, as ações hostis perpetradas por vândalos contra as sedes dos três Poderes da República pois sabiam dos objetivos das manifestações já que a própria ABIN alertou ao governo Lula que teriam a intenção de destruir fisicamente as instituições da República. Em situações como essa a nossa Constituição responsabiliza não apenas os mandantes e os executores mas também aqueles que podendo evitá-los se omitirem. Em nome da verdade essa investigação deve ser instaurada. Não podemos admitir seletividade na aplicação da Lei, principalmente quando há uma corresponsabilidade entre o Governo do DF e o executivo federal. O povo brasileiro não aceita dois pesos e duas medidas e merece resposta e punição justa. Para todos! Que a Verdade e a Justiça prevaleçam em nossa Nação. Jesus no comando”, escreveu o senador Eduardo Girão.



