Seis deputados e um senador do Ceará, votaram contra o auxílio emergencial

Leônidas Cristino (PDT), Idilvan Alencar (PDT) e André Figueredo (PDT), José Guimarães (PT), Zé Aírton (PT) e Dênis Bezerra (PSB). Moses Rodrigues (MDB) e Gorete Pereira (PL), ausentes. No senado o voto da bancada cearense, contrário ao auxílio emergencial, foi o de Cid Gomes.

A Câmara Federal aprovou em 1º turno nesta quarta (10) a PEC emergencial que autoriza o governo a pagar o auxílio, nos valores de R$ 250,00 pelos próximos 4 meses, com 341 votos à favor, 121 votos contra e 10 abstenções.

Entre os deputados cearenses, 6 votaram contra o auxílio emergencial, foram eles: Leônidas Cristino (PDT), Idilvan Alencar (PDT) e André Figueredo (PDT), José Guimarães (PT), Zé Aírton (PT) e Dênis Bezerra (PSB). Os deputados federais Moses Rodrigues (MDB) e Gorete Pereira (PL) estiveram ausentes na votação. Os demais deputados foram à favor da aprovação do benefício.

No Senado

Antes de chegar à Câmara dos Deputados, a votação para a aprovação da PEC Emergencial passou pelo Senado Federal. Na oportunidade, o senador Cid Gomes (PDT) votou contra a volta do auxílio emergencial no valor de R$ 250,00. Entretanto, os parlamentares Eduardo Girão (Podemos) e Tasso Jereissati (PSDB) foram à favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial. (Com CN7).

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