Para o Capitão Wagner não existe motivo para união de partidos contra sua candidatura

O que deveria ser um debate entre os candidatos que disputam o 2º turno da eleição majoritária em Fortaleza, tornou-se uma entrevista com o capitão Wagner do PROS, presente no evento. José Sarto, PDT, justificou a ausência, alegando incompatibilidade de agenda.

O candidato Capitão Wagner respondeu as mais diversas perguntas sobre os mais variados temas: voltas das aulas na capital, chacina do Curió, entre outros.

Sobre o bloco de partidos que manifestaram apoio a Sarto, Capitão Wagner afirmou que lamenta a “salada de frutas” vista neste segundo turno. “Você vê no mesmo palanque PSOL e PSL, PT e PSDB. É importante para quem nos assiste agora entenda que há uma tentativa de evitar que uma pessoa que não tem padrinho político se torne prefeito da Cidade. Não há nenhum motivo para união contra mim”, disse Wagner alegando que “A família Ferreira Gomes é uma oligarquia e há a possibilidade dessa família ser destroçada aqui na capital”.

Dos oito partidos que saíram derrotados no primeiro turno em Fortaleza, sete manifestaram apoio à candidatura de Sarto. Apenas o PSL, de Heitor Freire, não se posicionou. A principal justificativa apresentada explicitamente pelas legendas é o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) à candidatura de Wagner.

(Com o Povo).

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