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Bolsonaro critica reforma tributária que será votada hoje no Senado: “será o maior imposto do mundo”

Criador: Palácio do Planalto

Hoje, em meio às discussões no Senado que definirão o futuro da reforma tributária no Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez declarações expressivas a respeito do assunto. Com um tom incisivo, Bolsonaro criticou a proposta apresentada pelos parlamentares, em especial o que ele chamou de “comunista”.

O ex-presidente argumentou que alguns senadores afirmaram ter suas emendas acolhidas e, por conta disso, decidiram apoiar a proposta tributária. No entanto, Bolsonaro alertou para os impactos negativos que essa reforma poderia ter em todo o país, levantando a preocupação de que o Brasil possa enfrentar um aumento considerável nos impostos.

Um dos pontos citados pelo ex-presidente como motivo de preocupação é o aumento do Imposto de Valor Agregado (IVA), que, segundo ele, se tornará o mais caro do mundo. Bolsonaro ressaltou a importância de um equilíbrio entre os estados para que a economia nacional possa prosperar. Ele destacou o exemplo da Zona Franca de Manaus, argumentando que, se não houver um mercado consumidor para os produtos lá produzidos, a economia como um todo será prejudicada.

Ao abordar o impacto no investimento no país, Bolsonaro questionou quem estaria disposto a investir em um Brasil com um mercado consumidor restrito e onde a produção de bens é altamente custosa. Ele alertou que, nesse contexto, os empresários buscarão oportunidades em outros países.

Bolsonaro ainda enfatizou suas preocupações relacionadas às posições políticas do Partido dos Trabalhadores (PT) e suas conexões com pautas como a liberação das drogas, o aborto, o novo Marco Temporal, o fim da propriedade privada e a censura. Ele argumentou que, diante dessas posturas, é difícil entender como a proposta de reforma tributária poderia ser benéfica para o país.

Por fim, o ex-presidente alertou para os impactos negativos que a reforma tributária poderia ter em setores-chave da economia brasileira. Ele mencionou duras consequências para o setor de serviços, um dos principais geradores de emprego no país, bem como para o agronegócio e o setor de tecnologia e inovação, que sofrerão um aumento considerável nos tributos.

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